Cartas fora do baralho...

Novo texto na minha Coluna do Divulga Escritor: 
Cartas fora do baralho...



Cartas fora do baralho...


Povos inteiros... nações... são cartas fora do baralho... Luto por aqueles que nada são e nada serão é pouco...  Se os governantes são o reflexo de um “imaginário espelho” espiritual de um povo, do que aquele povo produziu de “melhor” naquele período de tempo... estamos mundialmente em péssima situação...
                Não vou citar nomes nem citar a situação brasileira, mas, o que se espera do povo americano a partir de 2017?  E do povo russo? Governado por ditadores, autoritários, arrogantes e irascíveis, o povo não tem sorte melhor do que seus governantes... Durante a Guerra Fria, que muitos esotéricos ligados de uma forma ou de outra à Conspiração Cósmica ou Conspiração Aquariana, assinalam como tendo sido a verdadeira Terceira Guerra Mundial, foi assim.  E agora, mesmo sendo a vida interior individual, totalmente individualizada e o caminho espiritual realizado somente de cada um com Deus, separadamente e individualmente... também é assim.  O destino de um povo que possui autodeterminação é compartilhado por todos e com todos e, também, o povo que não possui autodeterminação, da mesma forma, compartilha por todos e com todos, esse destino.  Essa sorte pode não ser em todos, porque justamente o componente único, singular de cada pessoa humana prevalece e preponderantemente é o que ocorre em cada um, em cada ser humano, em seu diálogo concreto com Deus.  Graças a Deus é assim. 
Mas não pensemos que seja possível nos desvincular totalmente do povo ao qual pertencemos ou ao qual convivemos mais proximamente...  Povos inteiros são cartas fora do baralho... Não quero citar nomes e nem citar a situação do Brasil, como já disse, que de maldade já estamos cheios... Digo apenas que... povos inteiros são cartas fora do baralho... Que baralho?  O baralho do “jogo cósmico” dos eleitos e dos condenados...  O “jogo” segundo os gnósticos da negociação do próprio karma com os senhores do karma ou o arrependimento necessário à conversão que passa por oração e práticas espirituais como a meditação, seja qual for a nossa tradição espiritual ou religiosa. 
Talvez a palavra “jogo”, “cartas” e “baralho” não sejam apropriadas para essa designação, mas são apenas parte de uma figura de linguagem, não importa. O importante é que reflitamos sobre isso e entremos no “jogo” antes que seja tarde demais. Paz e luz.
Mauricio Duarte (Divyam Anuragi)


Leia mais: http://www.divulgaescritor.com/products/cartas-fora-do-baralho-por-mauricio-duarte/

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