Postagens

Mostrando postagens de Novembro 19, 2017

Arte-enlevo . A conspiração da consciência

Imagem
Arte-enlevo A conspiração da consciência
Preâmbulo
O que é arte-enlevo? E de que se trata a conspiração da consciência? Temas amplos, de envergadura enorme.  Se limito a amplitude deste preâmbulo é por pura vontade de apegar-me à investigação científica em docência do ensino superior.  Minha inclinação intelectual, no entanto, é sempre a de romper barreiras e limites e açambarcar realidades a partir de generalizações.  Sempre fui desse modo ao tratar de algum objeto de estudo.  Sempre vi o todo e depois as partes.  Para um desenhista, isto é bom, até certo ponto, mas o resultado é que, no começo da minha carreira, meus trabalhos artísticos, às vezes, careciam de acabamento.  Os detalhes... “O diabo mora nos detalhes”, já disseram... Mas enfim, é preciso começar do começo para usar mais um clichê.  Porque arte-enlevo? A arte já não é tudo que pode ser sendo apenas arte?  O utilitarismo em arte já não tinha sido abandonado definitivamente após toda a revolução tecnológica da fotografia, c…

O que está acontecendo com a nossa sociedade?

Imagem
Todos sabemos que nada é perfeito.Nossa sociedade moderna se inclui nessa teoria.Há muitas coisas que são problemáticas e preocupantes.E mesmo que percebamos tais problemas, não somos rápidos demais para resolvê-los.Al Margen, um ilustrador de Buenos Aires, Argentina, cria desenhos incríveis que identificam as falhas dos nossos tempos.Ele cria imagens que gritam mais alto do que as palavras mais provocadoras.O próprio autor é muito crítico em relação às suas obras.Ele mesmo fala sobre suas obras de uma maneira muito artística:“São filhas de tédio, inconformidade ou raiva…”…São a representação de idéias descartadas……o lixo do subconsciente……Mas são mais viscerais e sinceras do que outros desenhos……pois elas não têm obrigação de agradar……Porque elas nasceram apenas por um impulso e nada mais……Porque eles nasceram para irritar……porque mostram o imperfeito “.E aí, o que achou?





fonte:  Sociologia Líquida