sábado, 6 de agosto de 2016

Lançamento do livro VOZES QUE CALAM (poesia)

Na sexta-feira retrasada, dia 29 de julho foi lançado o livro VOZES QUE CALAM . poesia de minha autoria na FASG em São Gonçalo - RJ.  O livro faz parte da coleção Sementes Líricas da Editora Literacidade.


As fotos do evento:




Leitura de poemas do livro VOZES QUE CALAM de minha autoria, durante o lançamento do mesmo, hoje na FASG.


Livro da Silvia Savalla com minha dedicatória, hoje na FASG no lançamento do livro de poesia VOZES QUE CALAM de minha autoria.


Hoje na FASG no lançamento do livro de poesia VOZES QUE CALAM de minha autoria. Na foto, Silvia Savalla e eu.


Leitura do livro de poesia VOZES QUE CALAM, de minha autoria, durante o lançamento do mesmo, hoje na FASG. Na foto, Alysson Savalla e eu.


Hoje na FASG no lançamento do livro de poesia VOZES QUE CALAM de minha autoria. Na foto, Silvia Savalla e eu.


Leitura dos poemas do livro VOZES QUE CALAM de minha autoria no lançamento do mesmo, hoje na FASG.









segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Ideais elevados

Leia o novo texto da minha Coluna no Divulga Escritor: 




Ideais elevados


Moralistas inveterados – não qualquer moralista – ou pessoas muito heroicas – não qualquer herói – podem dizer que ideais, valores e anseios elevados são a base da justiça, da liberdade e até da própria vida.  Por outro lado, grandes filósofos – não qualquer filósofo – ou sábios iluminados – não qualquer sábio – podem dizer que um ideal tem a capacidade de tirar o presente da vivência, nos levando ao passado ou ao futuro e, portanto, é ruim por si só.
Na Idade Média o ideal do homem era Deus e Deus era a medida de todas as coisas.  Naquela época o feudalismo gerenciava vassalos e senhores feudais para extrair da sociedade vigente uma harmonia.  Mas veio, como não poderia deixar de vir, o novo e, com ele, a burguesia e os seus novos valores de liberdade e individualidade.  O liberalismo nasceu para dar legitimidade ao capital e fazer dele a pedra de toque de um novo mundo.  Nesse ínterim o homem passou a ser o modelo de todas as coisas e enriquecer não era mais visto como pecado ou com reprovação.
Ideais, valores e ideias transformam-se, mudam com o contexto histórico, com as relações da sociedade e com as circunstâncias geopolíticas.  É preciso ter mente que um ideal serve de base para metas e objetivos de alguém, mas até certo ponto.  Se esse ideal nos tolhe, tirando a nossa naturalidade e espontaneidade, é melhor que abandonemos esse horizonte por mais elevado que seja.  Porque nenhuma civilização por mais evoluída que tivesse sido – ao menos na história dita conhecida, salvo os habitantes da Atlântida e da Lemúria, por exemplo – tem como pressuposto uma evolução aos níveis de iluminação e consciência ampliada de avatar.  A multidão nunca reivindica seu papel divino – e às vezes nem o humano, que corresponde à cidadania plena – e sua evolução por direito.
Por esse mesmo motivo, um ideal sendo muito elevado, não pode deixar de ser deturpado em muitas perspectivas e de se tornar uma aberração em muitos sentidos quando é abraçado pela multidão.  A verdade é um fenômeno que só acontece aos indivíduos.  A massa nunca chega à verdade.
Não quero dizer com isso que seja errado seguir um ideal ou trazer um ideal na mente e no coração como suporte para transcendência.  Mas que esse ideal não molde uma estrutura rígida demais ou permissiva demais em nossa alma e em nossas ações, é fundamental.
Afinal, são os ideais que movem as forças produtivas de mudanças ao longo da história e são eles que nos possibilitam nos apoderarmos do nosso destino e nos fazermos seres humanos plenos.  Paz e luz.

Mauricio Duarte (Divyam Anuragi)


Leia mais: http://www.divulgaescritor.com/products/ideais-elevados-por-mauricio-duarte/
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