quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Job!

 
Profissional de Comunicação Agência de Mídia Out Of Home e Promoções e Eventos busca profissional dinâmico, criativo e com iniciativa. Experiência em atendimento/planejamento para campanhas publicitárias que envolvam necessariamente promoções, pdv ou even...tos, reunião com clientes, elaboração de briefing criativo, planejamento das campanhas e interface com as demais áreas da agência. É necessário ter experiência profissional, estar cursando ou ter concluído ensino superior, além de residir na cidade de Niterói ou São Gonçalo.
 
Enviar email para curriculorsant@gmail.com 
 

Seminário de Políticas Públicas de Cultura do Rio de Janeiro


A edição 2011 do Seminário Permanente de Políticas Públicas de Cultura do Estado do Rio de Janeiro – UERJ & Comcultura, está  com inscrições abertas até 20 de agosto.

A Universidade do Estado do Rio de Janeiro/UERJ e a Comissão Estadual dos Gestores de Cultura /COMCULTURA RJ, estão com inscrições abertas para a 10º Edição do Seminário Permanente de Políticas Públicas de Cultura do Estado do Rio de Janeiro, com aula inaugural dia 31 de agosto, proferida pelo  Prof. Dr. Luis  Porta, da Universidade Nacional Mar Del Plata – Argentina. O seminário tem apoio da Fundação Casa de Rui Barbosa – MinC,  Secretaria de Estado de Cultura RJ, e financiamento do Programa Cultura Viva, da Secretaria Cidadania e Diversidade Cultural / Ministério da Cultura, com o qual viabilizou-se o Pontão Rede Fluminense de Cultura – Comcultura RJ, realizadora do seminário.

 Na sua trajetória de curso de extensão ao longo de dez anos, além das metas acadêmicas exploradas nas aulas e encontros, o Seminário provocou debates, estimulou outros, catucou situações estacionadas, e sobretudo, aglutinou agentes culturais do poder público e sociedade civil, em reflexões inéditas sobre  políticas culturais no estado. O grupo de gestores culturais que buscou  junto ao Departamento Cultural da SR3 UERJ, a organização do curso, fecha o ciclo atravessada uma década, com nova proposta  para academia: a instalação do curso de Gestão em Políticas Culturais, com titulação de Graduação, considerando a dinâmica Formação X Profissionalização, para oficialização da função de gestor cultural nos diferentes segmentos e postos de trabalho, nas esferas pública e privada.
 Para 2011, ano de sua última edição, as aulas e palestras acontecem quinzenalmente  às quartas-feiras (de 11 às 18h), de 31 de agosto à   30 de novembro, na UERJ Maracanã e na FFP UERJ ( Unidade São Gonçalo), com temas divididos em cinco módulos: 1. Política cultural: conceito e histórico e as políticas culturais no Brasil, 2. Estado e cultura: panorama contemporâneo, 3. Política cultural no estado fluminense: contexto atual, 4. Legislação cultural, 5. Planejamento e ação: Gestão e administração de instituições culturais, 6. Patrimônio material e imaterial, 7. Turismo cultural  e potencialidades da cultura no Estado do Rio de Janeiro, 8. Educação & Cultura & Meio ambiente, 9. Estratégias e alternativas de comunicação, 10. Planejamento e elaboração de projeto cultural ( edital, prêmios), 11. Financiamento da Cultura (Procultura, Lei ICMS), 12, Economia Criativa, 13.. Tensões culturais e especificidades municipais, 14. Sistemas Municipais de Cultura, o CPF da Cultura: Conselho, Plano e Fundo Municipais de Cultura, 15. Núcleos de Pesquisa Cultural: Carta de Catarcione, 16. Desenvolvimento e orientação de trabalhos acadêmicos (inicio em setembro, fechamento em novembro). Dentre os professores e especialistas convidados, estão Antonio Jardim, Andréa Falcão, André Diniz, Bernardo Machado, Cascia Frade, Cleise Campos, Cristina Carvalho, Flavia Barreto, Flavio Aniceto, Luis Porta, Lia Calabre,Valeria Guimarães, Rafael Nacif, Leonardo Mesentier, Mariana Várzea, Márcia Bibiane, Marcondes Neto, Maria Amélia Curvello, Sonia Cardoso, Marta Fonseca, Paulinho Baiense e ainda convidados especiais, registrando depoimentos pelos dez anos de execução do seminário.

Serão certificados pela UERJ, os participantes que tiverem no mínimo 75% freqüência e apresentarem trabalho de conclusão de curso. Ficha de inscrição, programa completo e outras informações, na COMCULTURA RJ: 
(21)2725-6084

e-mail  

ou diretamente no 
Departamento Cultural UERJ - Decult  SR3 UERJ (Rua São Francisco Xavier, 524, Bloco F, Sala T-126 /CEP 20550-013  (21)2334-0114).

Animação brasileira cresce, mas ainda precisa de incentivo do governo

Mercado ganhou fôlego nos últimos anos e exige profissionais qualificados

Felipe Tavares Associação Brasileira de Cinema de Animação (ABCA) (Foto: Divulgação)Felipe Tavares, presidente da Associação
Brasileira de Cinema de Animação, traça
panorama do mercado (Foto: Divulgação)
Há tempos ver desenho deixou de ser uma atração apenas para as crianças. A animação se transformou em uma indústria e hoje atrai milhares de profissionais, que sonham em dar vida para suas histórias. Só a última edição do festival Anima Mundi contou com 421 filmes de 44 países. O Brasil compareceu com 77 produções. A trajetória de sucesso de animadores brasileiros como Carlos Saldanha, que conquistou o público nacional e internacional com a animação "Rio", é um incentivo para os jovens desenhistas, que podem escolher entre uma gama variada de opções de trabalho.

“O mercado está explodindo. Basta dar uma olhada nas grades de programação da TV. Existe também uma demanda grande na área de jogos, além de criação de projetos para dispositivos móveis, sites e softwares interativos. Algumas escolas já estão adotando os tablets. O MEC tem o projeto de um computador por aluno, o UCA. Isso tudo é ótimo para quem trabalha com animação”, explica o professor Francisco Marinho, do Departamento de Fotografia, Teatro e Cinema da Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). A universidade criou em 2009 o primeiro curso de graduação em Animação do Brasil, onde os alunos aprendem diversas técnicas como 2D, 3D e Stop Motion, e podem escolher entre a habilitação em Animação ou em Artes Digitais.

Segundo Felipe Tavares, presidente da Associação Brasileira de Cinema de Animação (ABCA), a demanda é grande, porém, ainda faltam profissionais especializados e mais escolas. “Se queremos ter uma indústria brasileira de animação, precisamos qualificar os profissionais. Existem alguns cursos, como na UFMG; na Universidade Veiga de Almeida, no Rio; na Universidade de Pelotas, no Sul, mas ainda é pouco. Um bom animador ganha em média entre R$ 2,5 mil e R$ 3 mil, mas isso depende do projeto. Antes de tudo, ele tem que saber desenhar e construir as expressões, combinar cores, entender o conceito. Só depois disso é que pega nos softwares de animação. Engana-se quem acredita que animação é só no computador”, explica Tavares.

Nos últimos três anos o mercado da animação ganhou mais fôlego, por conta das coproduções com o exterior e do apoio (incipiente) do governo brasileiro. “A coprodução foi a maneira encontrada pelos animadores para viabilizar os projetos. Em 2008, a criação do Anima TV, programa de incentivo do governo para o setor de animação, foi uma ótima iniciativa. Dos 257 projetos inscritos, foram selecionados 17, que receberam R$ 110 mil para fazer uma animação de 11 minutos. Após a exibição dos pilotos na programação da TV Cultura de 25 a 30 de janeiro de 2010, dois projetos foram selecionados para a assinatura de um novo contrato no valor de R$ 950 mil, que prevê a produção de mais 12 episódios. Os produtores e autores também participaram de oficinas com consultores nas áreas de Narrativa, Arte, Produção e Comercialização”, conta Tavares.

Com a troca de governo, porém, o processo de incentivo para a animação brasileira parou, lamenta o presidente da ABCA. “O retorno que temos no momento é que está havendo uma reestruturação. Ainda é muito caro fazer animação. Uma série para TV custa cerca de 6 ou 7 milhões de dólares. E o cinema ainda é mais caro do que isso. Ainda precisamos do governo para consolidar nossa indústria, até conseguirmos a independência. O curta-metragem é a janela de exibição do conteúdo brasileiro, esse processo não pode parar. Estamos torcendo para que os apoios voltem a acontecer o mais rápido possível”, completa.
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CRIA





O CRIA- Centro de Referência, Iniciação e Aperfeiçoamento em Animação e Artes Aplicadas, é uma divisão do estúdio de animação 2DLab focada na capacitação artística e técnica para as diversas atividades ligadas ao cinema de animação e às artes em geral, através de palestras, cursos livres e workshops. Interessado em promover e incrementar a qualificação criativa e a capacidade produtiva dos talentos brasileiros, o CRIA pretende preparar seus estudantes para atender às (cada vez mais) exigentes demandas do mercado, e se tornar referência na formação de profissionais da animação e artes afins.

Se por um lado, nos trabalhos individuais precisamos desenvolver e explorar nosso próprio repertório criativo, por outro, em grandes projetos colaborativos, precisamos exercitar o diálogo criativo, a integração e convergência de múltiplos talentos, e a construção de novos processos a partir dos nossos processos individuais. Precisamos direcionar nossas habilidades para poder contribuir e valorizar uma mesma essência original. Na base comum dessas duas formas de realização complementares, está o domínio dos nossos próprios processos técnicos e artísticos. Acreditamos que para atingir esse domínio, é fundamental conhecer e praticar muito cada disciplina: é preciso se especializar.

O CRIA é um berço que acomoda diferentes programas de especialização. Os Pilares do CRIA priorizam o desenvolvimento de uma sensibilidade artística e de um olhar crítico, fundamentais para qualquer formação artística. Dedicando a maior parte da carga horária para exercícios práticos orientados, prioritariamente em técnicas básicas e tradicionais, evitamos ao máximo as distrações técnicas e tecnológicas, focando na construção natural dos fundamentos e na autonomia criativa. O número reduzido de participantes por turma visa a orientação individual e adequada ao ritmo de cada participante.

Os programas oferecidos pelo CRIA aliam o que consideramos ser as demandas de formação mais urgentes do mercado com o perfil de preparação e disponibilidade dos instrutores. No desejo de dar conta das inúmeras disciplinas artísticas na área que se propõe, o CRIA tem interesse em encontrar novos parcerias, sejam novos instrutores, com novos programas, visitantes e palestrantes, empresas ou instituições públicas ou privadas vindos de qualquer lugar do Brasil ou de fora.

Se você ficou interessado em conhecer um pouco mais, entenda como o CRIA funciona.

Boa sorte e esperamos vê-lo em breve!

Andrés Lieban
Idealizador e diretor geral do CRIA

terça-feira, 9 de agosto de 2011

9ª Expo de Artes DESTEC





  • Arte Infantil 
  • Caricatura 
  • HQ 
  • Pintura à Óleo 
  • mangá
    e outros 
 Direção do Curso DESTEC: Tadeu de Queiroz

Curadoria: Denise Velasco (SAL)

Vernissage: 12 de agosto de 2011, 19h

Visitação da Exposição : de 13 de agosto à 12 de setembro de 2011
2ª a sexta de 09 às 17h

Local: Casa das Artes Villa Real

End.: Rua Cel. Moreira César, s/n - Zé Garoto São Gonçalo

Apoio Cultural: Alcântara Noivas /Peperone&Miss Mary

2614-4608 / 2601-3120
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