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  VOZES QUE CALAM . Sementes líricas de Maurício Duarte por Helena Fragoso "(...) Neste livro, Maurício Duarte, traz-nos as suas percepções do mundo atual, mostra-nos através das suas vozes que calam, a frieza, a desumanização, até mesmo a indiferença da mídia, perante acontecimentos da nossa sociedade; mídia essa que nos apresenta casos e casos, sem que haja a preocupação de nos dar uma informação detalhada e isenta, até mesmo mais precisa, apenas se limitando a fazer uma apresentação rápida e muitas vezes tendenciosa; se repararmos, as notícias nos chegam em catadupa, sem que se demore para uma apreciação mais valorizada dos problemas. (...) Maurício Duarte, coloca em seus poemas, com uma sensibilidade tocante, e com uma arte poética incontestável, todas estas realidades, abrindo-nos a consciência para todas essas vozes que calam Vozes que são as mais importantes e mais necessárias. Um livro muito interessante e com uma poesia que nos delicia pela beleza e intensidade." Hel

RASTROS E DESENHOS CALIGRÁFICOS 2

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  RASTROS E DESENHOS CALIGRÁFICOS 2 Rastros e desenhos caligráficos 2 Expressionismo abstrato Nanquim e pastel seco s/ papel e computação gráfica 21 x 29,7 cm 2021 Mauricio Duarte (Divyam Anuragi) Impressões de artes R$ 117,45 Tela R$ 166,90 Impressão no metal R$ 463,61 https://www.artmajeur.com/pt/duarte-mauricioantonio-maurici/artworks/14763839/rastros-e-desenhos-caligraficos-2

Trecho do livro CARAMURU de autoria de Frei José de Santa Rita Durão

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Academia Virtual de Letras Antônio Aleixo Patrono: Frei José de Santa Rita Durão Acadêmico: Mauricio Duarte Cadeira: 39 Acadêmico Vitalício "VI Das faces belas, se na terra houvera Imagem competente que a pintara, Às flores mais gentis da Primavera Pelo encarnado, e branco eu comparara: Mas flor não nasce na terrena esfera; Não há estrela no Céu tão bela, e clara, Que não seja, se a opor-se-lhe se arrisca, Menos que à luz do Sol breve faísca. VII Da boca formosíssima pendente Pasma em silêncio todo o Céu, profundo: Boca, que um Fiatpronunciou potente, Com mais efeito, que se criasse um Mundo: Odorífero cheiro em todo o ambiente Do labro se espalhava rubicundo; Fragrância celestial, que amante, e pia No Filho com mil ósculos bebia. VIII Todos suspende em pasmo respeitoso O amável formosíssimo semblante; E mais nele se ostenta poderoso O Soberano Autor do Céu brilhante: Pois quanto tem o Empíreo de formoso, Quanto a angélica luz de rutilante, Quanto dos Serafins o ardente incêndio,

Blues da solidão

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  Academia Virtual de Letras António Aleixo Patrono: Frei José de Santa Rita Durão Acadêmico: Mauricio Duarte Cadeira: 39 Acadêmico Vitalício Blues da solidão Por remota que fosse a possibilidade, a minha alma nunca desistiria daquilo. Ver, ouvir, ser, estar, não, nada disso basta. A esperança não se alimenta disso não. A esperança só existe através do lamento. O blues que vem e vai, nos torna plenos, sim. Mostra-nos o quanto a dor tem que passar, ir-se. Para pôr no seu lugar, um quê de saudade... Mauricio Duarte (Divyam Anuragi)

Você, editora ou autor gonçalense, venha vender seu livro conosco!

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  Você, editora ou autor gonçalense, venha vender seu livro conosco! LIVRARIA LITERAGONÇA a literatura ao seu alcance

MEU BOTÃO DE AZALEIA . Poesia . Júnio Liberato

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  MEU BOTÃO DE AZALEIA Poesia Júnio Liberato "Meu Botão de Azaleia" são poemas que escrevo para mostrar minha experiência de vida, como vejo as coisas. Em meus versos busco usar o carisma, a simplicidade e levar, quem sabe, um pouco de sabedoria para você! Quero também mostrar que a arte da poesia é uma forma de você não se sentir só neste mundo caótico em que vivemos. A arte tem seu poder! Júnio Liberato - autor 100 páginas 14,8 x 21 cm capa colorida miolo PB Piranga 2021 Publicação Independente ISBN: 978-65-00-24319-2 Preço: R$ 42,00 + FRETE dos correios Adquira este livro pelo pag seguro: https://pag.ae/7XkzeZmHL Ou adquira este livro realizando um depósito na conta corrente: Titular: Mauricio Antonio Veloso Duarte Banco: Banco do Brasil Agência: 2899-1 Conta corrente: 58.703-6 ou Titular: Bartira Mendes Costa Caixa Econômica Agência: 0194 Operação : 001 Conta corrente: 00027316-8 Após o depósito envie o comprovante de depósito com nome completo e seu endereço para: dua

O vento mudou ou fomos nós?

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  Academia Virtual de Letras António Aleixo Patrono: Frei José de Santa Rita Durão Acadêmico: Mauricio Duarte Cadeira: 39 Acadêmico Vitalício O vento mudou ou fomos nós? Estranho como o vento mudou... Estão todos imaginando. O barco não vai ao horizonte. O barulho do mar não se ouve. Estrelas à noite não há. Tudo plástico e dura pouco. Este vento é que não é igual ao antes Está selvagem (sempre foi?) Caleidoscópio do hoje atual. Nada se coaduna com nada. Nós somos a pedra e a flor ainda. Mas o vento não; o vento mudou... Mauricio Duarte (Divyam Anuragi)