Natal de esperança

Leia o novo texto da minha Coluna no Divulga Escritor . Natal de esperança .





Natal de esperança


                Todo Natal nos perguntamos quando o espírito natalino irá fazer valer o nascimento do Salvador, Jesus Cristo e, nos trazer a paz tão sonhada na nossa cidade, no nosso país, no nosso mundo.  Mas Deus sempre sabe o momento.  O tempo de Deus não é o nosso.
                Incognoscível é o Deus de Abrãao, de Isaac e de Jacó.  Seu nome, segundo crenças judaicas, é impronunciável.  Segundo São Dionísio, bispo de Atenas na igreja dos primeiros dias, Deus é tudo e é nada, é luz e é escuridão, é dia e é noite.  D´Ele nada podemos afirmar sem que tenhamos que refutar a premissa logo depois. Porque as palavras não dão conta.  O amor de Deus é infinito, bem como Sua misericórdia.  Seria pretensão humana das mais tolas, tentar compreender as razões divinas e perguntar por que não cessa a violência, a guerra, o mal, tudo enfim, que nos assola a humanidade há tanto tempo e de tão variadas formas ao longo da história como nós conhecemos.  Mas ainda assim, poder-se-ia questionar o porquê de tais acontecimentos terríveis sob a face da Terra.  Afinal, questionar é humano e só se goza plenamente do livre arbítrio quando se usa a filosofia adequadamente.  Portanto, poder-se-ia dizer, inclusive, que Deus não é justo.  O que escapa ao homem de ciência – ou de filosofia – é que Deus é lento para a cólera, que seus mandamentos são justos – embora nem sempre os aceitemos – que sua verdade é eterna e que Ele sempre cumpre suas promessas.  Só uma profissão de fé pode servir de base para essa confiança.  É disto que se trata: confiança.  O devoto confia na promessa divina e porque ele confia, ele é salvo.  Um salto de fé é o que nos pede Jesus.  “A casa está pegando fogo”.  Saia da casa.  Venha agora para o Sol, para o mar, para a viagem da sua vida.  Uma viagem da qual não será mais o mesmo, morrerá e renascerá como novo homem, como nova mulher.
                O espírito natalino é, a um só tempo, criador e instaurador de novo tempo na história humana, na qual podemos crer verdadeiramente na fonte do tesouro divino que se fez homem no meio de nós para nos salvar.  Por essa razão, é nosso dever e salvação dizer sempre: “Graças a Deus!” “Graças se dê em todo momento!”  Mesmo quando a situação ou o contexto não são positivos; Deus sempre sabe o momento. O tempo de Deus não é o nosso.
                Que o Natal possa trazer esperança no futuro para todos, sem exceção, os de pouca fé e os de muita fé, os de ciência e os de misticismo, os daqui e os de lá.  Feliz Natal! Paz e luz!

Mauricio Duarte (Divyam Anuragi)

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